Após meses de suspense nas redes sociais com a hashtag #UDPCDM, a autora brasileira Marina Carvalho divulga capa da mais nova obra, “Um Dorama para chamar de meu”, que estará à venda a partir de Setembro. O lançamento oficial do livro físico ocorrerá na Bienal do Rio de Janeiro, entre os dias 6 e 8.

 

Marina, que já tem em sua bagagem outras dez obras, aborda agora o universo sul-coreano, motivada pelo vício recém-adquirido nos doramas, séries produzidas no leste asiático, especialmente na Coreia do Sul. “Gosto de apresentar temas diversos na literatura e uma escrita que prenda o leitor e o faça sonhar. Acredito que o sentimento que tive ao escrever Um dorama para chamar demeu foi o que chegou mais próximo de quando escrevi Azul da cor do mar, pois me diverti bastante. Espero que as pessoas se apaixonem por esse universo assim como eu”, destaca ela.

 

Para dar um gostinho do que aguarda os leitores interessados na mais nova obra, deixamos abaixo a sinopse do livro.

“Mariana Pena orgulha-se de seu trabalho como assessora de comunicação. É tão dedicada que foi transferida para a sede da agência, a Comunicarte, em São Paulo, onde acaba recebendo maior reconhecimento profissional. Não poupa esforços para realizar suas tarefas com competência e dedicação, característica adquirida durante os anos em que treinou boxe com o pai, com quem aprendeu a ter disciplina e muita força de vontade. Não é qualquer pancada da vida que a derruba.

Nem mesmo a nova missão à que foi designada: assessorar o fotógrafo sul-coreano, radicado no Brasil desde a infância, autor de coletâneas de fotografias que registram o ser humano inserido em suas rotinas, durante a turnê do último lançamento, Retratos. Além de talentoso, Joaquim Matos – ou Yoo Hwa-In – é uma personalidade bastante reconhecida por seu trabalho artístico. Um tanto introspectivo e cheio de mistério no que diz respeito a sua cultura, a missão de Mariana acaba se apresentando mais trabalhosa do que ela imaginava.

E tudo complica mais um pouco quando, de repente, mensagens anônimas surgem, destinadas ao fotógrafo, todas com ameaças explícitas à vida dele. 

 

No começo Joaquim e Mariana acreditam que se trata de algum hater, do tipo que late sem morder. Porém, à medida que as abordagens vão se tornando mais concretas, surgem novas hipóteses e uma possibilidade vinda do passado, lá da Coreia do Sul ainda.

Em meio a eventos literários, autógrafos, estadias em inúmeros hotéis, voos cancelados, coquetéis, discussões, nasce um vínculo entre artista e assessora que vai evoluindo para uma relação cada vez mais forte e intensa, incontrolável até. Mariana usa suas habilidades esportivas para garantir a segurança de Joaquim, mesmo que viva se colocando em risco por isso.

Nessa história ainda há espaço para referências culturais coreanas, amizades fiéis, uma família para lá de eclética e um romance de tirar o fôlego.”